Escola Pública de Surf da Prefeitura Municipal de Paraty - RJ
Uma iniciativa do surfista e professor de Educação Física “Kibe” de Ubatuba que desenvolveu um trabalho único que abrange além de toda a história do surf, o estudo das ondas e marés, dos vários tipos de pranchas e das técnicas clássicas para se “dropar” uma boa onda. Nosso amigo e surfista Kibe apresentou esse projeto ao prefeito de Paraty-RJ Ilmo. José Cláudio o qual possibilitou que o sonho se tornasse realidade. Nós da DOC acompanhamos deste o início as aulas teóricas e também cuidamos da saúde desses jovens aprendizes de Surf durante as suas aulas práticas.
Talvez a primeira escola pública de surf do Brasil ou mesmo do mundo, essa iniciativa exigia que os pretendentes a alunos tivessem boas notas e aprovação nas suas respectivas escolas públicas de segundo grau. A partir daí, tinham aulas teóricas duas vezes por semana e uma aula prática no final de semana. A Prefeitura Municipal de Paraty – RJ providenciou várias pranchas de surf novas e um ônibus também novinho em folha para levar os alunos para as mais diferentes praias. Dos alunos que se formaram, uns brilharam em campeonatos e outros tornaram-se instrutores, guias e mesmo shapers e reparadores de pranchas.
Taí uma iniciativa que valeu a pena e merece toda a atenção do setor público. Na pix6 observa-se a estampa que a DOC desenvolveu para os monitores da “1ª. Escolinha Pública de Surf da Prefeitura Municipal de Paraty-RJ”. Hang loose!
Sunday, 28 December 2008
DOC Experience - Surf
Escola Pública de Surf da Prefeitura Municipal de Paraty - RJ
Uma iniciativa do surfista e professor de Educação Física “Kibe” de Ubatuba que desenvolveu um trabalho único que abrange além de toda a história do surf, o estudo das ondas e marés, dos vários tipos de pranchas e das técnicas clássicas para se “dropar” uma boa onda. Nosso amigo e surfista Kibe apresentou esse projeto ao prefeito de Paraty-RJ Ilmo. José Cláudio o qual possibilitou que o sonho se tornasse realidade. Nós da DOC acompanhamos deste o início as aulas teóricas e também cuidamos da saúde desses jovens aprendizes de Surf durante as suas aulas práticas.
Talvez a primeira escola pública de surf do Brasil ou mesmo do mundo, essa iniciativa exigia que os pretendentes a alunos tivessem boas notas e aprovação nas suas respectivas escolas públicas de segundo grau. A partir daí, tinham aulas teóricas duas vezes por semana e uma aula prática no final de semana. A Prefeitura Municipal de Paraty – RJ providenciou várias pranchas de surf novas e um ônibus também novinho em folha para levar os alunos para as mais diferentes praias. Dos alunos que se formaram, uns brilharam em campeonatos e outros tornaram-se instrutores, guias e mesmo shapers e reparadores de pranchas.
Taí uma iniciativa que valeu a pena e merece toda a atenção do setor público. Na pix6 observa-se a estampa que a DOC desenvolveu para os monitores da “1ª. Escolinha Pública de Surf da Prefeitura Municipal de Paraty-RJ”. Hang loose!
Friday, 26 December 2008
DOC - Reportagens
Pix4
Pix5
GPS, a bússola dos novos tempos
Alguns séculos depois das aventuras de Colombo, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos resolveu criar um Sistema de Posicionamento Global, ou GPS, que lhes permitissem um sistema de defesa inacessível às interferências. Baseado em uma constelação de 24 satélites ao redor da Terra, este sistema utiliza uma tecnologia exata para apontar posições em qualquer parte do mundo, 24 horas por dia. O GPS permite armazenar pontos em sua memória, através das coordenadas de um mapa. Estes pontos podem se combinados formando rotas que permitem analisar o horário provável de chegada e distância até o próximo ponto ou destino, horário do nascer e pôr do sol, rumo a ser mantido durante a rota e muito mais. As aplicações do GPS são praticamente ilimitadas.
Curso de GPS em Faculdade de São Lourenço
Foi pensando nas diversas aplicações do GPS que a Faculdade Santa Marta, em São Lourenço-MG, promoveu nos dias 19, 20 e 26 de outubro um curso sobre GPS. Com um público variado de estudante, polícia anbiental, médico a até pilotos de vôo livre, o curso superou as expectativas de muitos. Segundo um empresário local, Heli Nogueira, que já possuía um GPS, agora tudo ficou mais fácil: “Aprendi muito mais do que esperava e já estou até pensando em um novo aparelho mais potente para aproveitar melhor as minhas viagens”. Já Joselito Fonseca, médico de resgate de vôo livre: “Interessantíssimo e de uma utilidade imprescindível para mim. Pois preciso saber, com precisão, o menor percurso, em menor tempo para chegar ao local do acidente”(detalhe do artigo na Pix5). Segundo o tenente da polícia ambiental, Gilson Pereira: “O GPS é de fundamental importância para o nosso trabalho, como por exemplo, a localização exata das áreas de atuação para que seja feita a perícia adequada. Com o levantamento aéreo das infrações, poderemos enviar viaturas aos locais certos. Com isso há uma melhora significativa na qualidade do serviço, aumentando a credibilidade”.
Fonte: Jornal Folha do Meio Ambiente, Brasíla, março-2003 (pix4 e pix5)
Por: Beatriz Fernandes Barros